Senhoras e senhores, respeitável publico! Sejam bem-vindos...

E hoje ainda gosto de olhar para o mundo sem entender o que meus olhos encontram.




quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

O que fui e não o que fomos.

Queria poder dizer uma imensidão de coisas. Queria poder te dar uma vastidão de sentimentos mas não fui capaz.
Negligenciei momentos com você. Deixei passar, deixei você esperar.
Falei alto quando o que eu precisava era escutar.
Joguei a culpa em você e tirei de mim qualquer responsabilidade sobre os atos.
Esperei uma compreensão que eu sempre soube que não seria recíproca até foi mas não da forma bondosa que demonstrei.
Mostrei indiferença de propósito para você perceber que não era nada,que não foi nada. Fui dissimulada e acabei escorregando na minha própria sinceridade.
Fiz e aconteci. Só não esperava que você também pudesse acontecer em mim.

Um comentário:

  1. Foi sempre nisso que 'nos' resumimos? Em nada, se é que existiu algo.
    Nunca fui nada. Além de um passatempo barato que sempre se fez presente, mesmo depois de todos os machucados.

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