Senhoras e senhores, respeitável publico! Sejam bem-vindos...
E hoje ainda gosto de olhar para o mundo sem entender o que meus olhos encontram.
domingo, 18 de julho de 2010
O imediatismo a longo prazo.
As vezes cansa. As vezes dói. Parece que estou vivendo muitas coisas desnecessárias.
Reconheço o amor em você e consigo até sentir fagulhas dele em mim e em alguns momentos viver isso é o que arde e não há como tirar isso de dentro de mim só que em outros momentos me sinto como quem está mergulhando em uma cachoeira: um passo em falso pode ser fatal.
Preciso assumir que é tentador.
Só que como observadora como talvez seja, tenho certeza que mais dia, menos dia vou colocar tudo a perder.
E não será por falta de vontade de ter mas sim por não saber manter. Não saber como as coisas funcionam a longo prazo.
O imediatismo em que vivo nunca me deixou conhecer esse outro lado. A responsabilidade de manter as coisas funcionando não só por mim. Por nós.
Perdoe-me se eu falhar... Juro que será sempre com a melhor das intenções.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Parabéns minha mãe.
Hoje não é o seu dia porque todos os dias são seus. É mãe, você tem 365 dias por ano pra você mas por que hoje? porque, como sabemos, 13 é o número da mudança e você, é você, tem forças para mudar o mundo. O mundo de todos nós com tua alegria, sua garra, sua esperança, sua coragem e sua vontade de seguir sempre em frente.
Momentos ruins acabaram se tornando normais ( não que deva ser assim sempre) e a cada momento desses que passa eu me orgulho cada vez mais disso.
Me orgulho cada vez mais de você.
Nossa relação já passou por muitos momentos só que agora sem a menor sombra de dúvidas é o nosso maior e melhor momento. Com todo o companheirismo, amizade e principalemente a confiança.
A confiança em nós mesmos.
Sabe? eu teria um milhão de palavras pra te dizer e mesmo assim não seria o suficiente pra dizer tudo.
Eu desejo tudo de melhor pra você. Desejo que você continue sempre com essa motivação para continuar a seguir.
Ah, o mais importante disso tudo :
Momentos ruins acabaram se tornando normais ( não que deva ser assim sempre) e a cada momento desses que passa eu me orgulho cada vez mais disso.
Me orgulho cada vez mais de você.
Nossa relação já passou por muitos momentos só que agora sem a menor sombra de dúvidas é o nosso maior e melhor momento. Com todo o companheirismo, amizade e principalemente a confiança.
A confiança em nós mesmos.
Sabe? eu teria um milhão de palavras pra te dizer e mesmo assim não seria o suficiente pra dizer tudo.
Eu desejo tudo de melhor pra você. Desejo que você continue sempre com essa motivação para continuar a seguir.
Ah, o mais importante disso tudo :
Eu amo você.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Passado sempre presente.
Eu poderia sentir uma bateria tocando dentro do meu peito mas aquele vazio incômodo em meu estômago não me deixava em paz. Eu havia feito uma escolha.
Sempre me disseram que o passado precisa ficar para trás e eu acreditava nisso até perceber que o meu passado não me largava. De forma nenhuma.
Estava em minhas mãos permitir que aquela chama ( labareda talvez) voltasse a arder em mim. Ou não.
Tentei momentâneamente achar uma forma para conciliar. Conciliar o que eu havia sido com o que me transformei depois. Não deu.
É impossível misturar a àgua com o óleo.
Respirei fundo. O desespero não era a melhor solução. Minha mente parou e num segundo começou a trabalhar muito rápido.
Ouvi um grito. A liberdade gritava.
A liberdade de ser o que sou e poder responder a quem ousar perguntar como sou e porrque sou.
Sem fantasias.
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Como o prisioneiro de guerra perdeu sua cela e ganhou a morte! No pátio central, na árvore mais próxima.
O castelo todo viu, toda a corte aplaudiu o grito como quem vê o último capítulo da novela e não se importa como começou. Todos eles sabem que o prisioneiro mereceu e pagou : todas as suas dívidas. Todas as suas vidas.
Ninguém viu a última lágrima. Ninguém ouviu o nome do último suspiro. Quem o amaria? O tão sonhado filho não o veria assim tampouco o reconheceria.
Tanto tempo na cela foi o suficiente para apagar dos seus olhos a esperança. A esperança de sua vida, Não! a salvação, a remissão dos pecados cometidos contra si.
Sentiu sua garganta apertar e seu coração se libertar do ódio. O ódio do que nunca poderia ter feito! Conquistaria o mundo se ela pedisse mas ela sequer sabia seu nome (Será que tinha um?) .
Suas mãos começaram a ficar molhadas de suor.
Sua memória fraquejava mas ele? Nunca! Estava morrendo pelo seu orgulho.
Não conseguia lembrar de sua mãe. Como teria sido seu rosto?
Estava voltando a ser o adolescente suicída com os punhos cortados e a mente entorpecida.
Decidiu que não resistiria porém sabia que em algum momento tentaria de novo.
Fechou os olhos.
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