Senhoras e senhores, respeitável publico! Sejam bem-vindos...

E hoje ainda gosto de olhar para o mundo sem entender o que meus olhos encontram.




quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Inacabado.

Eu apostei todas as fichas em nós. De coração, de alma, de corpo e mente.. Perdi. Não sei se pra mim ou para você. Procuro em vão achar o tal momento que já não existíamos mais, que não estávamos mais. Para onde fomos? Para onde foi todos os planos, sonhos, metas, projetos? E a dúvida mais cruel insistindo em me assombrar: em que momento eu deixei de ser quem você sonhava?
Tentei durante todo o tempo te mostrar que sempre estive aqui! Sempre estive de braços abertos para te segurar nas tormentas e de sorriso largo no seu amor. O nosso. Não sei mais se meu pois sinto que já não possuo nenhuma propriedade sobre isso tudo além dos caquinhos que insisto fingir que ainda não existem.
O aperto no meu peito passará, mesmo que corroa a sanidade que me resta. Afinal, preciso dela para não perder a fé que as coisas continuam. Mesmo sem nós.
Sabe, não peça desculpas.. a culpa é algo imaterial demais para que seja assim, levianamente, assumida. Estivemos juntas nessa. Em cada abraço, se não houvessemos eu e você não existiria abraço e da mesma forma se não fossemos eu e você nas divergências, não seriam doloridas. Todas as coisas continuam da mesma forma, e até, sinceramente, os sorrisos da minha memória parecem mais radiantes do que quando vividos. Mas não, eu não entendo nada disso, nada de como poderia ser melhor assim mas na brincadeira de criar regras, eu também fiz as minhas... Precisava delimitar espaços de você em mim, antes que me perdesse demais.
Delimitei, por exemplo, que ver teu choro me rasgou por dentro mas essa dor e saudade não é suficiente para encarar o meu medo da sua inconstância. Não consegui crescer o suficiente para entender, que mesmo quando você cair e se machucar, você sempre voltará a andar.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Sem mais. O fim.

Quem sabe um dia eu entenda. Entenda porque você renomeou o allbúm com as nossas fotos (de uma forma linda) para terminar comigo 3 horas depois. Talvez eu entenda como tudo o que aconteceu no domingo se tornou apenas falhas nas expectativas. Ou sei lá, talvez eu não entenda nunca. E talvez eu me arrependa de não mais te dizer que a porta estará aberta quando você decidir voltar, se é que você vai decidir isso. Até parar de doer a sua falta, eu não vou conseguir entender o que seria doer um pouco a cada dia mas também, não acho que faria alguma diferença.