Senhoras e senhores, respeitável publico! Sejam bem-vindos...

E hoje ainda gosto de olhar para o mundo sem entender o que meus olhos encontram.




terça-feira, 6 de julho de 2010

Passado sempre presente.

Eu poderia sentir uma bateria tocando dentro do meu peito mas aquele vazio incômodo em meu estômago não me deixava em paz. Eu havia feito uma escolha.
Sempre me disseram que o passado precisa ficar para trás e eu acreditava nisso até perceber que o meu passado não me largava. De forma nenhuma.
Estava em minhas mãos permitir que aquela chama ( labareda talvez) voltasse a arder em mim. Ou não.
Tentei momentâneamente achar uma forma para conciliar. Conciliar o que eu havia sido com o que me transformei depois. Não deu.
É impossível misturar a àgua com o óleo.
Respirei fundo. O desespero não era a melhor solução. Minha mente parou e num segundo começou a trabalhar muito rápido.
Ouvi um grito. A liberdade gritava.
A liberdade de ser o que sou e poder responder a quem ousar perguntar como sou e porrque sou.
Sem fantasias.

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