As palavras vão e vem. Como batidas do coração.
Cada segundo pode ser tempo demais ou de menos. Intensos ou vazios mas nunca no meio terma da equação do tempo de espera.
Poesias, textos, arte barroca. Há inspiração ou respiração.
A respiração é falha e aí já estou num beco sem saída em meio a pensamentos insaciáveis.
Hoje e amanhã se misturam numa febre cheia de sonhos, planos e desejos que com a fé no impossível vão se realizar.
O subconsciente aje sobre o consciente numa tentativa sempre frustrada de manter as coisas sob a ótica da lógica.
Numa batalha perdida pra si mesmo, o coração responde com o silêncio. O silêncio da recusa em se manifestar.
Tem motivos de sobra para deixar de sonhar mas se deixar de sonhar, o que terá pra viver?
A realidade se torna absoleta pra quem insiste em viver no mundo da lua.
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