Senhoras e senhores, respeitável publico! Sejam bem-vindos...

E hoje ainda gosto de olhar para o mundo sem entender o que meus olhos encontram.




terça-feira, 9 de abril de 2013

Sou uma criança, não entendo nada.


Quando se percebe que o amor acabou? Na falta de vontade de dizer que ama, no sorriso forçado, na paz não mais sentida?
Talvez não seja assim tão simples assumir a própria confusão. Eu mesma ainda não consigo definir o que fica entre carência da saudade e a ausência da vontade de estar junto.
Confunde a falta de tato; tonteia a singularidade de passos não mais dados.
Se é que você me entende, me perdoa.
A procura por si mesmo é o que mais me atordoa. Essa coisa esquisita de parar de se procurar no outro para se ter em si mesmo.
Não gosto de confundir as coisas, você sabe.
Fico aqui me perguntando se amor eterno é aquele vivido todos os dias ou se é aquele que é sonhado a vida toda.
Alias, em alguns momentos tenho certeza que seria melhor ter imaginado você pelo resto dos meus dias. Ter você asfixiada em mim se torna pesado para uma criança que finge que é adulto.
E não, eu não entendo nada da vida.
Só me sinto triste o suficiente para não te deixar ser feliz.
E se eu me despedir, será para sempre querendo ficar.

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